A Fundación MAPFRE atingiu o número de 1.372.365 visitantes nas 22 exposições realizadas pela fundação no mundo todo no ano de 2016. Em Madri se destacaram as mostras Os Fauves e Divisionismo e Futurismo. Já em Barcelona, a exposição Renoir entre Mulheres também foi muito bem recebida pelo público. A exposição do artista japonês Hiroshi Sugimoto, em Madri e em Barcelona, foi a exposição de fotografia mais visita durante esse ano, seguida pela de Bruce Davidson. Fora da Espanha, destacamos no Brasil O Triunfo da Cor, prêmio à Melhor Exposição Internacional de 2016 pela Associação Paulista de Críticos de Arte.

Por outro lado, a programação de exposições da Fundación MAPFRE destaca nestes meses a mostra de pintura sobre arte italiana e as dos fotógrafos Peter Hujar e Lewis Baltz.

Retorno à Beleza. Obras Primas da Arte Italiana Entre Guerras
Até 4 de junho é possível visitar na Sala Recoletos de Madri esta mostra de artistas italianos que, nas primeiras décadas do século XX, olharam para a tradição e se aproximaram da arte do passado. Após a Grande Guerra, em quase toda a Europa se propôs uma “volta à ordem”, um retorno ao classicismo.

Peter Hujar. Na velocidade da vida
Os retratos do fotógrafo norte-americano Peter Hujar (1934-1987) tiveram uma influência fundamental e transformadora na fotografia da segunda metade do século XX. Sua trajetória se desenvolveu durante as décadas de 1950, 1960 e 1970 em Nova York, cenário
dos primeiros movimentos de liberação homossexual e dos danos provocados pelo AIDS na década de 1980. Pode ser vista até dia 30 de abril em Barcelona, na sala Garriga-Nogués.

A beleza da desolação e da destruição na obra de Lewis Baltz
Também até 4 de junho, a Fundación MAPFRE apresenta na sala Bárbara de Braganza de Madri a exposição do norteamericano Lewis Baltz (1945-2014), um dos fotógrafos mais importantes da segunda metade do século XX. As 400 fotografias do artista, relacionado com o movimento New Topographics, permitem conhecer a sua trajetória.

 

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